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No dia 9 de maio, assinalou-se o dia da europa e o aniversário da histórica «Declaração Schuman». Num discurso proferido em Paris, em 1950, Robert Schuman, o então Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, expôs a sua visão de uma nova forma de cooperação política na Europa, que tornaria impensável a eclosão de uma guerra entre países europeus. Na escola EBS de Pinheiro, comemorámos este dia com uma exposição e um conjunto de atividades desenvolvidas, em espaço sala de aula. Ainda neste dia, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais da história da UE, com recurso a uma apresentação multimédia, acompanhada pelo Hino “Ode à da Alegria” e de um jogo interativo para testar os conhecimentos, aplicado através da ferramenta Socrative.
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 No dia 29 de abril, de 2016, decorreu um Workshop e uma feira de produtos biológicos em colaboração com os voluntários do Comércio Justo e com o responsável da Gestão e Organização da Casa da Juventude de Amarante, Miguel Pinto. Estas atividades proporcionaram aos nossos alunos a compreensão do papel de cada um de nós na construção de uma cidadania ativa, solidária e responsável. Por outro lado, deu os primeiros passos na abertura de uma mentalidade justa imprescindível à equidade de todos os povos — a valorização do Comércio Justo como um meio para trazer condições justas e dignas às pessoas mais desfavorecidas e exploradas em todo o globo.
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As turmas 10.º B e 11.º D estão a implementar desafios de empreendedorismo na nossa escola no âmbito do projeto europeu intitulado YouthStart – Entrepreneurial Challenges. No seguimento da implementação do desafio “Ponto de venda”, na próxima terça-feira, dia 17 de maio, estas turmas irão organizar um stand de vendas ao qual gostaríamos que toda a comunidade escolar comparecesse, participando, assim, neste projeto. Desde já agradecemos a colaboração de todos. |
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No dia 10 de maio de 2016, trinta alunos da Escola Básica e Secundária de Pinheiro participaram na competição nacional equaMat 2016, na Universidade de Aveiro, constituindo-se em 5 equipas do 7.º ano, 6 equipas do 8.º ano e 4 equipas do 9.º ano. Apesar de nenhuma das equipas ter arrecadado uma medalha, colocaram a nossa escola no 46.º lugar, num total de 115 escolas. Destaca-se o bom desempenho da equipa composta pelos alunos Raul Meneses e Jésica Coelho por terem alcançado o 62.º lugar do 8.º ano e a equipa formada pelos alunos Mónica Rocha e Beatriz Ferreira por ter alcançado o 49.º lugar do 9.º ano . Eis as tabelas de resultados. |
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Dádiva de sangue na
Escola Básica e Secundária de Pinheiro
19 de maio de 2016, das 9:30 às 12:30

Esclareça aqui as suas dúvidas e receios. Veja aqui a campanha de sensibilização para dar sangue. |
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in Newsletter ANQEP n.º 50
Os prós e os contra da prova
É ou não aprovada a prova realizada atualmente no âmbito dos processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC)? Na prática foi esta a questão que norteou os trabalhos que decorrem, no dia 6 de abril, no Centro de Congressos de Lisboa, envolvendo técnicos da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP), membros das equipas técnicas dos Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP), representantes de parceiros sociais e especialistas nos domínios da educação e formação de adultos. Conforme referido por Gonçalo Xufre Silva, Presidente do Conselho Diretivo da ANQEP, o objetivo deste workshop foi o de se envolver nesta discussão "quem possa acrescentar valor" à temática, recordando que a introdução da prova no âmbito dos processos de RVCC surgiu com a publicação da portaria nº 135-A/2013, de 28 de março. Subjacente a esta introdução estava, conforme recordou Gonçalo Xufre Silva, a "tentativa de recuperar alguma credibilidade social para o processo de RVCC". Mas, havia, de facto, um risco: "poder-se-ia escolarizar o processo". Agora, acrescentou o Presidente do Conselho Diretivo da ANQEP, é tempo de "alimentar uma reflexão que possa ajudar a evoluir".
Diferentes abordagens
E foi precisamente em torno dessa reflexão que decorreram os trabalhos do dia, elencando-se os prós e os contra da prova, à medida que as intervenções se fizeram.
Armando Silva, diretor do CQEP do Agrupamento de Escolas de Pinheiro, frisou sobretudo a existência de "reações negativas" por parte dos formandos que transitaram dos antigos Centros Novas Oportunidades, assim como "uma tendência acentuada" nos membros da equipa técnica "para prepararem os adultos para as provas". Tudo isto, a par de um "investimento incessante na construção de um portefólio rico, com impacto significativo final", e de "uma dificuldade muito grande, por parte dos adultos, em se autoavaliarem de forma consistente". Em termos de dificuldades "não ultrapassadas" para o trabalho que é assegurado pelo Centro, Armando Silva salientou a "ausência de um template de prova", de "formação específica para os elementos da equipa" e ainda de "um técnico de orientação, reconhecimento e validação a tempo inteiro". No domínio das "considerações (im)pertinentes" associadas à prova, este diretor de CQEP elencou a existência de profissionais sem formação adequada (com tendências para assegurarem formação aos formandos no decorrer do processo); os custos financeiros das provas (exigem muitas horas de trabalho não pagas); e a ausência de divulgação das provas na plataforma de contacto entre a ANQEP e os CQEP e entre estes. Além disso, recordou que, no âmbito do novo desenho de qualificações, baseadas em resultados de aprendizagem, também as ferramentas de avaliação tradicionais devem ser revistas.
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Continuar...
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